sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

O Casamento do Corno. Como transformei minha mulher em puta!

Como transformei minha mulher em puta!
Como venho contando aqui no blog a minha história, agora vou entrar nos últimos seis anos do nosso casamento.
Como vocês puderam acompanhar, no período pre-casamento nossa relação era quente e apaixonante. Depois no período casados a vida sexual quase foi extinta, brigas, ciúmes e intolerância foi a marca do casamento. 
Depois de dez anos casado voltei a querer viver e decidi reconquistar a mulher que sempre amei e decidi que era hora de por em pratica nosso velho desejo. 
Não foi fácil tirar Alana dadepressão, arrancar dela os preconceitos e medos.
E só me restou uma estratégia, um caminho e uma arma, a "Repetição". 
É sério, tive que insistir muito, insisti por cinco anos. Nunca desisti e a cada dia meu desejo e minha ansiedade só aumentavam.
Todos os dias eu tocava no assunto. É claro que eu estou exagerando mas era quase que diariamente minhas insistência. 
Uma tática muito recorrente que acontecia no mínimo uma vez por semana era enviar links de contos eróticos. E claro eu sempre perguntava se ela tinha gostado e pra ter certeza de que ela tinha lido tudo, eu perguntava por algum trecho do conto e claro elogiava a coragem da mulher do corno do conto em questão. Eu fazia questão de chamar a atenção dela para o fato de o casal agirem juntos, mostrava a cumplicidade dos dois e claro do quanto a situação era prazerosa para os dois. Outra coisa que funcionava bem era vídeos e reportagens sobre o tema. Digo reportagens reais, entrevistas de casais liberais e sexologos. Regina Navarro Lins é minha sexóloga favorita, ela aborda o tema com muita naturalidade e sempre diz que é mais comum do que se pensa ser corno. Uma entrevista que ajudou muito também foi a do "casal pimenta" feita pela Marília Gabriela em 2011. E algumas outras táticas que usei mas essas foram as que funcionavam melhor com Alana. Ela gostava e na cama ficava bem excitada mas no dia a dia ela ficava estagnada e as fantasias não saiam da cama até que ela me ligou no meio do dia depois deu ter enviado um texto meu apaixonado dizendo que eu queria ser corno. Ala me ligou e disse.
- Não estou prometendo que vou fazer nada mas se você me der garantias de que está falando sério e que não está armando pra se separar de mim pois não me ama mais. Se me der essa garantia eu vou dar um passo adiante mas mesmo assim não prometo que não vá acontecer coisa alguma. Você aceita me dar essa prova?
Eu sei entender nada mas cheio de esperanças disse que queria saber que garantias seriam essas.
Ao que ela me respondeu.
-Eu quero contar isso para uma amiga minha.
Fiquei mudo. Nunca tinha pensado em ter que contar isso pra ninguém. Pensei um pouco mas como a vontade de ser corno era e é maior do que qualquer medo, aceitei.

Mas isso fica para o próximo post. 
E vocês, estão gostando?






domingo, 22 de novembro de 2015

O casamento do Corno - 10 anos de casados.

O casamento do Corno - 10 anos de casados. Corno que trai não é corno!

Quem se casa pensando que casamento é sinônimo de felicidade e muito sexo está muito enganado.
Infelizmente quando me casei eu tinha essa expectativa. 
Com o nascimento dos filhos, o excesso de trabalho e a monotonia, não há libido que resista.
E conosco não foi diferente. Passei muitos dias em que eu não tinha o menor prazer de voltar pra casa. Havia momentos em que era melhor sair cedo para trabalhar e voltar tarde, arrumava encontros com clientes depois do horário de trabalho e tentava passar a maior parte do tempo longe do meu grande amor. 
Era uma dor consentida, era passar fome dentro de um restaurante era uma cadeia  sem trancas. Sofria ao lado de quem eu tanto amava e ainda amo.
Até que que então o velho ditado se fez valer. "Quem não da assistência, abre concorrência." 
Dito e feito, depois de passar várias dias e semanas sem transar e tinha dias em que eu e a Alana passávamos sem nos dar um selinho ou mesmo um bom dia ou boa noite, falávamos de coisas do trabalho, da casa ou dos filhos. 
E claro fui para a internet e acabei encontrando uma ex namorada. Conversa vai e conversa vem e não demorou, marcarmos um encontro. 
Mas como tudo que é mal feito dura pouco, não demorou e a Alana acabou descobrindo tudo. 
Brigamos muito, muitos dias sem nos falar, até que eu explodi e expus todos os problemas e todos os defeitos dela e claro ela também descarregou em mim tudo o que ela tinha entalado na garganta dela. Me senti um lixo e acho que ela se sentiu da mesma maneira choramos cada um num canto da casa as crianças ficaram agitadas e choraram também. Foi forte e doloroso.
Eu sempre tive dificuldades de me abrir, meu único amigo sempre foi minha mulher Alana. Nunca consegui ou conseguiria me sentar diante de um amigo e contar pra ele a metade das coisas que eu conto para Alana. Me vi diante de um abismo e fiquei entre me separar de metade de mim ou tentar reconstruir meu casamento e minha vida.
Dois dias depois nos sentamos, conversamos e resolvemos acertar nossas vidas. Concluímos que era preciso mudar. 
Passamos os contratos de um fim de semana de trabalho que estava fechado para um amigo, deixamos as crianças na casa dos pais da Alana e fomos para uma praia bem tranquila e a baixa temporada de inverno também ajudou para tornar o local ainda mais reservado, era exatamente isso que precisávamos para conversar e tirar um pouco do estresse e da responsabilidade da casa, dos filhos e do trabalho.
Foi um final de semana maravilhoso, esquecemos momentaneamente de tudo e voltamos a ser namorados.

Essa foi a barra mais pesada que tivemos. Depois disso claro, outras brigas vieram e tivemos muitas reconciliações também mas acho que de brigas, já chega né?
Que tal partirmos para a transformação de uma mulher seria, honesta e casada em puta?

sábado, 12 de setembro de 2015

O casamento do corno

Até o nosso casamento muitas conversas e muitas fantasias foram expostas, tanto minhas como dela. À medida em que o tempo foi se passando fui tendo a certeza de que era com a Alana que eu iria me casar. 
Certa vez estávamos no quintal da casa dos meus pais dando uns amassos debaixo de uma mangueira, e Alana se sentou no balanço que existia da época em que eu era criança ainda. É instintivamente fui para trás da Alana e comecei a empurrá-la. 
Certas coisas eu não consigo falar olho no olho, geralmente minhas conversas mais francas com a Alana hoje em dia e via WhatsApp, naquele tempo eu usava muito meu caderno de pensamentos e quando tinha algo picante que eu escrevia eu dizia para a Alana dar uma olhada lá e se ela quisesse responder que escrevesse lá ou que conversássemos depois. Alana nunca gostou muito de escrever e por isso quase sempre ela me chamava pra conversar depois, no escuro, quando o tesao estivesse bem alto. Hoje com toda essa tecnologia eu escrevo e ela me responde com áudios e raramente me escreve algo de volta. 
Voltando ao balanço debaixo da mangueira. Comecei falando que se desse mais queria ir na locadora escolher um filme porno pra gente assistir. Ela topou mas ficou com muita vergonha dar a pessoa da locadora iria ser alguém conhecido e o que a pessoa iria pensar dela. Tentei acalmá-la e dizer que conhecia o cara da locadora e que ele era bem discreto. Falei que tinha visto um vídeo muito bom de troca de casais, aproveitei e perguntei se ela teria coragem de fazer uma suruba um dia. Ela muito tímida disse que sim mas que não confiava em ninguém e que tinha muito medo que os pais dela ou que os amigos soubesse que ela tinha feito isso. Disse que não era algo num curto tempo mas que era legal saber ela curtia pois eu também tinha muita vontade de fazer. Emendei e perguntei se ela tinha uma fantasia absurda ou se tinha visto algum filme que quisesse realizar ou que tivesse tido muito muito tesao assistindo. Ela pensou um pouco e disparou. 
- Uma vez vi um filme que tinha cinco homens comendo uma mulher.
À princípio eu pensei que a mulher estivesse num aviãozinho quando fica um cara deitado a mulher por cima cavalgando, outrocara comendo o cu é um cara na mão direita outro na esquerda e finalmente ela pagando boquete para o quinto. Mas para minha surpresa ela me disse que era os cinco na boceta dela. Tentei imaginar tal cena mas não consegui ver ser possível. Já procurei vídeos e fotos dessa cena mas nunca achei. E sendo assim teremos que levar essa fantasia a vias de fato pra tentar descobrir se é possível ou não.
Alguém se candidata?
Enfim muitas situações como essas se repetiram e foi assim até o casamento.
Os primeiros meses de casado foi uma maravilha mas a responsabilidade de manter a casa a monotonia de estarmos de dia no trabalho e de noite em casa sempre juntos quase acabou com nosso casamento. 




E aí, vocês estão gostando do blog e da Alana? 

No próximo post vou contar algumas coisas que aconteceram depois da nossa crise, vou pular para quando fizemos 10 anos de casados. 
Abraços!



sexta-feira, 28 de agosto de 2015

O tamanho do pau do Corno da Alana

Bom, como eu mencionei na postagem anterior eu sou o menor pau que fudeu a Alana.
Acho que corno de verdade tem que ter pinto pequeno e ser ruim de foda. Do que adianta o corno ter pau grande e ser um bom fudedor? Corno gosta é de bater punheta enquanto o macho fode a mulher dele. 

Esse é o pau do corno da Alana quando está mole.

Esse é o pau do Corno da Alana quando está duro. Deu pra ver a diferença? Quase nada né? Rsrsrs pinto de corno tem que ser assim, pequeno pra ser humilhado pela mulher que ele tanto ama.

Gostaram? 

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Como transformei minha mulher em puta 2 - O tamanho do pau do corno!

Como transformei minha mulher em puta 2 - O tamanho do pau do corno!

Quando namorava com a Alana, fomos viajar para o interior a passeio. Fomos escondidos dos pais dela, pois eles jamais deixariam que eu viajasse com a Alana.
Como já mencionei aqui os pais da Alana acreditam que ela se casou virgem e nem sonham que ela já tinha dado para seis outros caras antes de mim. Me lembro que caminhando por uma estrada de chão de um vilarejo eu e Alana conversávamos de sexo, ex-namorados e claro não poderia deixar de perguntar pelo tamanho do pau dos ex-namorados dela. Ela como sempre tentava fugir desse tipo de conversa mas no fim sempre respondia. Alana gosta de se fazer de difícil e de careta mas sempre foi uma grande puta, e eu um grande corno.
Eu nunca tive dúvida do que queria para minha vida sexual nas precisava de uma grande mulher. Uma mulher que pudesse ser acima de qualquer suspeita mas que ao mesmo tempo fosse muito puta. Alana preencheu muito bem esses requisitos, além de ser linda, gostosa, educada e fiel. Fieu no sentido de fidelidade a mim e não ao sexo. Quando a mulher com quem casamos decide trepar com outros caras e volta sempre pra casa ou quando ela sabe que existem outros caras que a fode melhor do que nós, isso se chama amor e fidelidade. A fidelidade dela é a mim e não a cultura ou a religião ou os conceitos que a sociedade nos impõe. Depois que Alana assumiu a condição de puta do Julian, ela ficou totalmente fiel a mim e aos nossos desejos e fantasias.
Voltando a estrada de terra. Em um ton tranquilo perguntei à Alana. De todos os homens com quem você já transou quem tinha o pau maior?
- Você outra vez com essa conversa?
Eu só estou fazendo uma pergunta.
- Pergunta íntima! Eu morro de vergonha de responder essas coisas.
Meu amor, se eu te pergunto é porque eu quero saber.
- Vai mudar alguma coisa no nosso namoro se eu te responder?
Claro que vai. Se você for sincera, isso vai demonstrar que podemos falar de qualquer assunto. Não sou como a maioria das pessoas que acreditam que quando estão com alguém a pessoa deve esquecer o passado dela. Eu acredito que em um relacionamento sólido é preciso muita intimidade e cumplicidade. Quero saber de tudo, mesmo que por um motivo ou por outro alguma coisa venha me ofender ou machucar. Quero confiar em você e quero que você confie em mim.
Olhei nos olhos dela, dei um beijo na boca dela e continuamos andando.
- Amor, tenho muito medo que você não goste do que vou dizer. Tenho medo de um dia a gente terminar e você contar para as pessoas tudo o que eu te contei.
Olha, eu tenho quase certeza é com você que eu quero viver o resto da minha vida, e quanto mais intimidade nós tivermos mais certeza eu vou ter. Intimidade é fundamental. Se você me perguntar eu vou te responder qualquer coisa. Qualquer coisa!
- É diferente, você é homem!
E você acha que eu sai por aí contando essas coisas para os outros, o que você acha que eles vão pensar de mim?
 Silêncio... Com a voz tímida sem me olhar no rosto ela responde.
- O Marcos tem o pau maior... O do Antonio também é grande mas não é muito grosso... O do Paulo é um pouco menor mas é mais grosso do que o do Antonio. Pronto, está satisfeito?
Faltam os outros três e o meu.
- Amor, para, não quero falar mais!
Amor eu quero e preciso saber.
- Não quero brigar com você. E se você não gostar do que eu vou te dizer? E se o que eu tenho a dizer lhe magoar?
Dou um abraço na Alana, beijo sua boca, um beijo intenso e molhado, olho nos olhos dela, peguei sua mão coloquei sobre meu, que estava duro com toda aquela conversa e lhe disse.
Vê? Estou adorando, essa conversa, nada do que você disser vai me ofender ou magoar. Peguei a mão da Alana e coloquei no meu pau que estava duro igual pedra. Ela me olhou com cara de espanto e disse.
- Você não é normal! Como pode? Como você pode gostar de ouvir essas coisas? Eu estaria humilhada se estivesse no seu lugar!
Amor! Você não está no meu lugar e eu estou adorando! Você é meu melhor amigo e eu quero saber de tudo e quero que você confie em mim. Quero que você confie em mim pra qualquer coisa e em qualquer situação. Quero criar um elo de sinceridade entre nós dois que só nós dois entenderemos. Não vou usar de maneira nenhuma o que você está me dizendo contra você. Quero ser seu melhor amigo e contar todas as minhas loucuras e meus desejos. Não espero que você aceite tudo assim de uma vez mas preciso que você confie em mim e me escute.
- Bom, eu vou tentar mas não está sendo fácil pra mim... Eu quero confiar em você, quero muito mas... Nunca falei dessas coisas com meus amigos homens muito menos com namorados. Isso é muito estranho, é novo pra mim, nunca ouvi falar disso.
Eu sei, eu entendo mas você promete tentar?
- Sim eu vou tentar. Ela me beija, eu a abraço.
Caminhamos em silêncio por alguns minutos e do nada ela dispara.
Você!
O que? Do que você está falando Alana?
- O seu pau é o menor pra quem eu já dei.
Serio?
- Sim! Desculpa, te ofendi? Desculpa, eu não queria falar mas você insistiu tanto!?
Relaxa! Dei um beijo nela e disse. Não tem problema, peguei a mão dela e coloquei de novo a mão dela no meu pau que estava duro outra vez. Está vendo que eu adoro sua sinceridade!
- Você não é normal! Como pode?
Não sei, não me julgue, só curta cada momento comigo.
Me conte tudo. Quem mete melhor? Qual foi sua melhor trepada?

Bom, por hoje é só. Depois conto mais.
E vocês, estão gostando da nossa história?

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Como transformei minha esposa em puta!

Como transformei minha mulher em puta.

Agora que já fiz todas as apresentações e todos já sabem como conheci a Alana, qual o meu relacionamento com os pais dela, como foi o casamento, as dificuldades do casamento etc etc. Agora vou começar a contar como foi o processo de transformação de uma mulher honesta, criada em um ambiente religioso e pais conservadores e machistas.


Quando comecei a namorar com Alana percebi nela muita timidez sexual, preconceitos e também muito medo. Alana embora tivesse sua independência financeira morava na casa dos pais e estava sujeita às regras e aos comandos dos pais dela. Percebia nela uma grande vontade de se libertar e de viver a vida como ela queria. Aproveitei desse desejo de liberdade e sempre a deixava-a vontade para falar das fantasias dela e também pra falar do que ela já tinha feito com outros namorados.

Numa dessas conversas, Alana me confessou que tinha sido a amante de um cara casado.
Alana me contou que quando ela tinha 22 anos ela se envolveu com um cara do banco onde ela fazia um estágio. Alana me contou que quando conheceu o Paulo ele não usava aliança ou dizia que era casado. Alana acreditava que ele fosse solteiro ou divorciado. Ela me contou que o Paulo foi o terceiro homem com quem ela fudeu, ela me disse também que com ele foi diferente pois com o Paulo depois que ela descobriu que ele era casado a transa ficou mais prazerosa e arriscada. Alana me contou que só depois da terceira trepada dela com o Paulo que a ficha dela caiu que o Paulo era casado.
Não sei se Alana foi inocente ou se ela não quis ver que o cara era um picareta. Tudo bem que naquela época ter um celular era quase impossível e ter um telefone residencial um luxo. Em 1992 a vida não era fácil e as coisas aconteciam de uma maneira bem mais lenta.
Enfim, Alana me confidenciou que gostava da situação de ser a "outra" embora ela quisesse formar uma família. E segundo ela naquele momento da vida dela ser a amante não cabia nos planos dela.
Alana tinha muito medo de que seus pais descobrissem que ela estava se relacionando com um homem casado. E com isso o medo venceu a aventura e o tesão deu lugar ao pânico. Com isso Alana embora com muita vontade de levar adiante aquela aventura, decidiu deixar ir aquele "homem gostoso" como Alana se refere à Paulo.
Em outras conversas com Alana fiz com que ela me contasse como foi a primeira vez que ela fodeu com alguém.
Alana me me contou que na época de Faculdade quando ela cursava letras ela tinha um namorado. Alana perdeu a virgindade aos 21 anos de idades algo duvidoso para aquela época e pouco comum hoje em dia. Me lembro bem quando Alana me contou como foi sua primeira vez. Estávamos eu e Alana escondidos no terraço da casa dos pais dela. Estávamos sentados num sofá velho nos beijando, o clima estava gostoso muitos beijos e sarros mas eu sabia que não iria comer Alana naquele dia. Era um domingo à noite e seus pais estavam à missa, e poderiam chegar a qualquer momento além do irmão e das irmãs dela que estavam em casa.
Alana de calça jeans sentada no meu colo com as pernas abertas de frente pra mim fica se esfregando no meu pau que já estava bem duro dentro da minha calça. O clima estava bem quente e eu decidi esquentar um pouco mais.
-Me conta como foi a primeira vez que você meteu?
Alana me beijando e se roçando em mim.
-Pra que você quer saber isso agora?
Eu com a mão esquerda alisando seus seios por baixo da blusa e com a mão direita alisando suas costas.
-Eu quero saber como foi sua primeira vez, quero que você me conte tudo, nos mínimos detalhes.
-Você tem tesao em contos eróticos?
-Sim, eu tenho tesao em contos eróticos mas gosto dos contos reais. Não gosto desses livros de romance ou contos fajutos que existem nas revistas.
-E você vai querer me ouvir contar tudo o que eu fiz com os meus ex-namorados?
-Sim, quero ouvir tudo e com muitos detalhes. Quero saber quem foi o primeiro, quem tinha o pau mais grosso, o pau maior é o que tinha pau menor. Quero saber com qual deles você teve mais prazer e com quem teve menos.
-Isso é muito íntimo, não gosto de ficar falando isso nem para as minhas amigas. Como vou falar disso com meu namorado? E se a gente termina e depois você conta isso para seus amigos e eu fico defamanda?
-Não, eu não vou contar pra ninguém. Se eu contar vai ficar feio pra mim também, afinal eu estou pedindo pra você me contar do tamanho do pau deles. As pessoas vão pensar que eu sou viado.
-Então você é viado?
-Naaaaaoooooooo!!!!!!!! Eu não sou viado, não gosto de homens! Eu sou homem e gosto de mulher e gosto de você!
-Então pra que você quer saber dessas coisas?
-Porque eu gosto de contos eróticos, gosto de ouvir sua voz sussurrando no meu ouvido os detalhes da sua trepadas. Quero que você me conte tudo.
-E se eu contar alguma coisa que vai te ofender?
-Você não vai me ofender se me contar a verdade! Você irá me ofender se me contar mentiras!
-Suas perguntas são muito íntimas.
-Sim eu sei. Mas é que isso me dá muito prazer. Me conta vai? Por favor?
-Mas que coisa? Tem ser assim, aqui e agora?
-Sim, vem cá, senta aqui do meu lado bate uma punheta pra mim e me conta tudo.
Alana sentou-se à meu lado, pegou meu pau e de maneira tímida começou a me contar como foi que ela perdeu a virgindade.
Alana - Eu morava em uma república na época da faculdade estava com 21 anos. Eu namorava o Marcelo nessa época, não era apaixonada mas gostava de ficar com ele. A gente já estava namorando há mais 7 meses. Nunca namorei por longos períodos um mesmo cara, acho que por ser muito chata ou por não fazer sexo com nenhum deles. Acho que isso acabava os espantando.
Julian - Acho que sexo não segura namoro, assim como filho não segura casamento. Quando tem que dar certo, dá certo e quando não tem que dar certo não dá. O relacionamento não tem que estar condicionado a alguma coisa ou alguém, quando tem amor o casal se entende até quando não faz sentido - continua, me conta mais.
Em meio à um sorriso safado e alguns beijos Alana continua.
- Marcelo vinha pelo menos uma vez por mês para me ver e ficava um final de semana dormindo comigo. Minhas amigas da faculdade não acreditavam que eu ainda era virgem aos 21 anos. Eu era e ainda sou muito tímida, eu nunca conseguia olhar o pau do Marcelo. Eu esperava ele dormir ou quando ele não estivesse olhando pra poder olhar. Morria de medo do que ele iria pensar de mim se me visse olhando o pau dele. Hoje é diferente, com você não tenho mais vergonha mas você sabe como foi difícil pra me relaxar.
Julian - Ah então você adimite que é uma sem vergonha?
Alana - Ai amor, você sabe que não é assim. Só faço com você e só fiz porque você insistiu muito e eu confiei em você. Não vai sair falando essas coisas pra todo mundo!
Julian - Claro que não! Agora conta mais sua sem vergonha, conta mais minha sem vergonha! Beijos abraços...
Alana - Nossa amor seu pau está todo babado.
Julian - Está vendo como você me deixa?
Alana - É? Você está gostando de ouvir? Está gostando de saber como sua namorada perdeu a virgindade com outro?
Julian - Sim! Estou adorando e quero ouvir mais.
Alana - Safado, você é muito safado e está me fazendo ficar safadinha também.
Julian - Um digamos que ainda falta muito pra ficar do jeito que eu quero mas já está bem gostoso. Continua, quero gozar na sua mão.
Alana - Safado! Já estou muito safada! Depois a gente continua essa conversa. Em desses finais de semana o Marcelo e eu ficamos no quarto da república e todos da casa tinham saído. Eu estava deitada na cama com ele. Eu estava de calcinha e sutiã e ele de bermuda. Estava muito calor, o ventilador estava ligado mas estávamos suando muito. Estávamos nos pegando gostoso. Eu costumava ficar de costas pra ele enquanto ele ficava roçando o pau dele nas minhas coxas e bunda. Nesse dia eu estava mais fogosa e deixei ele colocar o pau perto da minha vagina.
Julian - Buceta, ele colocou o pau perto da sua buceta. Fala buceta!
Alana - Ai amor! Ta bom, ele colocou o pau dele perto da minha buceta, bucetinha. Buceta é uma palavra muito feia, vou chamá-la de bucetinha.
Julian - Então chama de cetinha.
Alana -Ta bom, cetinha então. E o Marcelo ficou ali roçando o pau dele, bem na entradinha da minha cetinha, ela estava bem molhadinha e o pau dele ficava escorregando, esfregando, cutucando até que entrou. Ele percebeu que entrou ficou parado uns dois segundinhos viu que eu não falei nada e voltou a me cutucar dentro da cetinha com o pau dele. Ele se esfregava em mim e eu nele. Ele mordia minhas costas e eu apertava seus braços e puxava ele pra dentro de mim. Ficamos assim mais um ou dois minutos até que ele tirou seu pau de dentro de mim e gozou na minha bunda. Ele ficou muito feliz e carinhoso por que tinha quebrado meu cabaco e eu sem dizer nada queria era mais. Disse pra ele ir tomar um banho e quando ele voltou disse pra ele me esperar pois iria me lavar também. Quando voltei ele estava de cuecas, me abraçou me beijou arrancou minha toalha me deitou na cama. Ele chupou meus seios desceu beijando minha barriga, acho que ele queria me chupar mas eu não deixei, eu tinha muita vergonha. Ele me beijava e com a mão enfiava o dedo dentro da minha cetinha. Acho que ele não sabia o que era um clitoris. Quando você acaricia meu clitoris é muito bom. Depois ele entrou no meio das minhas pernas e me penetrou. Pude então sentir o pau dele entrando dentro de mim e pude abraçar o corpo dele e sentir cada centímetro dele dentro de mim. Ele bombou de vagarzinho acho que estava com medo de me machucar. Eu estava adorando mas ele gozou rapidinho. Eu queria mais só que o Marcelo já estava exausto acabou dormindo logo em seguida.
Alana continuou batendo a punheta até me fazer gozar. Acabei sujando minha camisa, bermuda e o sofá. Foi uma gozada muito gostosa. Desse dia em diante eu sabia que era com Alana que eu queria me casar.
Alana gostava das sensações que ela experimentava a meu lado e me respeitava. Ela nem sempre gostava das minhas ideias mas sempre fazíamos algumas coisas e quando ela não se sentia confortável eu não a forçava a nada. As vezes conversávamos sobre alguma coisa ou outra mas ela sempre aceitava a maioria das coisas que fazíamos.
Querem saber dos machos da Alana antes de mim tinha o maior pau? Querem saber quem tinha o menor pau?
Na próxima postagem o corninho da Alana vai contar.

Um pouco mais da minha Putinha pra vocês.




Fotos que eu tirei pra ela mandar para o namorado dela.



Depois que tiramos as fotos ela me disse - amor, voce e muito corno, tira foto da propia mulher para ela mandar para o amante. E eu respondi - amor, voce merece, corno e pra essas coisas.

E voces, gostaram?

segunda-feira, 4 de maio de 2015

O meio ou o casamento e filhos. A vida de um corno! 2

A verdade é que com o tempo o casamento se torna chato. Acho que impossível alguém afirmar que depois de dois ou três anos de casamento a vida sexual e a vida afetiva do casal continue intensa. Quando os filhos chegam ai e que a monotonia toma conta da sua vida sexual. É muito comum a mulher relaxar com o corpo e com a vaidade. Infelizmente com Alana não foi diferente. Na verdade acho que a palavra casamento trás um peso muito grande para as mulheres. Ainda vivemos em uma sociedade muito machista! Isso é um fato! Ninguém se assusta quando se descobre que o fulano traiu a mulher mas quando o inverso acontece todos começam a duvidar da paternidade dos filhos... Meu ponto hoje não discutir o comportamento social mas fica aqui a minha crítica a essa cultura machista que ainda domina nossa sociedade.
Ainda me lembro com tristeza que cinco anos após o casamento e com dois filhos ainda pequenos via Alana andar pela casa em trajes nada apresentáveis e muito menos sexy. Alana apresentava sinais de depressão com baixa estima e sem nenhum animo para vida social ou pra fazer aquilo que ela mais gosta, dançar. Foram momentos horríveis e que infelizmente me empurraram pra rua e acabei me envolvendo com uma  ex namorada minha. Essa relação durou pouco e logo minha escapada foi descoberta. Sempre fui muito apaixonado por Alana e esse deslize acabou me fazendo sentir mal e a ter vergonha de mim. Nem tudo são flores e nem tudo é dor. Essa pulada de cerca sacudiu nossa casamento. Por um lado foi ruim pois eu não queria e nem gostava da situação de ter traído minha mulher. Por outro lado Alana percebeu que ela estava pisando na bola comigo e resolveu cuidar mais da aparência e do corpo, passou a frequentar aula de samba e dança de salão.
Por cerca de mais um ano eu tive que passar por espécie de limbo, me purificando do meu pecado. O sexo voltou a ficar divertido e frequente. Depois das brigas veio de novo o assunto do sexo a três, casa de swing e coisas do tipo.
Alana sempre gostou do assunto mas sempre deixou bem claro que não iria me dividir com outras mulheres. Eu sempre brincava que seria uma por vez, e ela fechava a cara. Eu que não sou bobo desviava a conversa e dizia que estava brincando. Afinal meu sonho naquela época era ser corno.
Nunca tentei forçar nada, sempre deixei Alana bem a vontade para fantasiar e também brincar.
No próximo post vou contar como Alana aceitou a brincar de ser puta.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Essa e minha Deusa Alana!



Corno da Alana!
Essa Vadia me faz gozar bem gostoso. Adoro ser o Corno da Alana!

Corninho da Alana!
Ela e muito gostosa!

Corninho da Alana!
Bunda gozada depois que eu a comi de quatro.
Eu sou um Corno feliz!
Eu sou o Corno da Alana!


Corno da Alana.
Corninho da Alana!

O meio ou o casamento e filhos. A vida de um corno!

O meio ou o casamento e filhos.
Vou dividir essa postagem em duas pois ela vai ficar muito grande.

Como disse em minha ultima postagem O inicio ou namoro conseguir a atenção da Alana não foi nada fácil. Ela tinha e ainda tem a idealização de "homem" e eu não me enquadrava nesse "padrão" que ela desejava e ainda deseja. Alana e exigente, muito exigente, ela odeia caras mais baixos do que ela, esse e a primeira coisa que ela olha, se o cara tiver menos de 1,72m que e a altura dela, e não adianta o cara ser lindo e ou ter o pau grande. Sempre que tem um baixinho afim dela ela disfarça e da um jeito de sair fora, não rola mesmo. A segunda coisa que ela olha e higiene, mesma coisa amigos, se o cara for "pouquinho" ela corta mesmo.
Enfim vamos ao casamento. Depois de um namoro de 18 meses eu sentia uma vontade imensa de casar e ter filhos, percebia que Alana queria sair da casa dos pais. Ela tinha muitos motivos para isso, pais autoritários e muito religiosos. Os pais da Alana ate hoje pensam que ela se casou virgem, coitados não sabem da filha puta que eles criaram. Ela jura que aprendeu a ser puta comigo e diz que todas as putarias que ela sabe aprendeu comigo. Eu digo que eu tenho minha parcela de culpa mas que ela nasceu com o dom da putaria. Alana e aquele tipo de mulher que todo homem quer casar a famosa "A mulher ideal deve ser a dama a mesa e puta na cama" bem descrita por meu grande ídolo poeta, cronista e romancista Nelson Rodrigues.
A ideia era juntar a fome com a vontade de comer, ela se livraria da repressão dos pais e teria sua liberdade e eu teria sexo todos os dias. Quem e casado sabe que na realidade nenhum desses sonhos e possível depois de casado. Nem se tem liberdade total e muito menos sexo todos os dias. Com nosso casamento não foi diferente. antes de nos casarmos tivemos que enfrentar a rejeição dos pais dela. Os dois não gostavam de mim e desaprovavam nosso casamento. Eu tinha acabado de completar 21 e Alana 27 anos, nossos trabalhos não eram estáveis, tinha mês que ganhávamos muito dinheiro mas depois do natal ate quase Abril quase ninguém faz festas de aniversario e ou casamentos que e o que nos dava mais dinheiro. Enfrentamos tudo e todos e das dificuldades fizemos nossa independência financeira, não somos ricos mas hoje temos uma vida estável. Nos casamos mesmo contra a vontade dos pais dela e com a desconfiança dos nossos amigos. Abandonei meu emprego de garçon e incorporei meu conhecimento em festas ao conhecimento que Alana tinha em decorar festas, passamos a planejar, executar, contratar tudo o que fosse preciso em uma festa. Claro os primeiros dois anos foram horríveis, embora eu conhecesse algumas pessoas e Alana também a grana que entrava mal dava para manter a casa. A ultima coisa que queríamos era depender de nossos pais, e quanto mais rejeitávamos a ajuda deles mais as coisas pareciam piorar. Foi barra essa época. Depois das vacas magras veio as gordas, graças a Deus! Depois de mais ou menos dois anos eu e Alana tinhamos aprendido muitas coisas no ramo de festas e ja estávamos empreendendo para o lado de Promoter de eventos. Nesse período sexo era escasso no máximo duas vezes por semana mas tinha semanas que nem rolava sexo. Logo após esse período veio os filhos e ai malandro o bicho pegou e eu vou contar em um novo post.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

O Inicio ou namoro. A vida de um Corno!

O inicio ou namoro. A vida de um Corno!

O inicio ou o namoro.http://amorpoliandrico.blogspot.com
Quando conheci Alana ela tinha 26 e eu 20 anos, foi quase "Eduardo e Monica" musica da extinta Legião Urbana, a melhor e maior banda de Rock que o Brasil ja teve, diga-se de passagem. Foi algo magico e inusitado. O improvável aconteceu, eu tinha e ainda tenho todos os atributos que ela não procura em um homem. Nesse período teve muito sexo e rock "n" roll. Falávamos e fazíamos muito sexo, na rua, no mato, rio, cachoeiras, praias, na casa dos pais dela etc.


Alana embora discreta e tímida era (e ainda é) uma uma mulher muito fogosa entre quatro paredes ou quando estávamos a sos fazendo sexo. Quando a conheci ela tinha uma liberdade meio reprimida, ela tinha vontade de fazer coisas diferentes no sexo mas não admitia. Ela tinha fodido com seis caras antes de me conhecer e mesmo assim não tinha tanta experiência no sexo. Percebi que ela tinha vontade de por pra fora uma "Vadia" que ela lutava pra esconder. 

Eu estava namorando com uma menina bem legal, simpática, companheira, apaixonada por mim e eu me sentia muito bem com ela. So que ela era certinha demais. Ela era a verdadeira "Amelia" e eu odeio "Amelias", não suporto aquelas mulheres que não se cuidam, não importam de estar com a unha feita, cabelo arrumado, cheirosa e com roupas que valorizem seu corpo. Embora tivesse uma tremenda companheira para todas as horas e ela fosse muito de cama, fodiamos muito, quase o tempo todo, ela "pecava" no quesito "Mulher submissa". Eu gosto de mulher decidida, aquela que não se preocupa muito com o que vão dizer e nem que so sai de casa quando o namorado, noivo ou marido sai com ela. Eu gosto de mulher independente, de mulher que tem fibra.

Conheci Alana no trabalho, trabalhava com festas de aniversario e casamentos e em bares, eu era garçon (minha ex era garçonete) época, e Alana era e ainda e decoradora de festas. Quando a vi passar foi algo magico. Ela era e ainda e uma mulher que não passa despercebido, não precisa de muita coisa para chamar atenção dos homens e ate das mulheres. O engraçado e que nessa época tinham umas duas mulheres dando encima dela. Foi engraçado pois ela nunca gostou muito e ela achou um absurdo. Hoje ainda acontecem algumas abordagens mas ela sempre recusa com delicadeza. 
Minha ex-namorada quando viu Alana trabalhando na decoração da mesma festa que eu estava trabalhando teve quase que uma premonição de que ela selaria o fim do nosso namoro. De cara implicou com o jeito da Alana andar, com o cabelo e lógico com a beleza do rosto e também com a cintura fina e bunda farta. A bunda da Alana e indecente, na época era comparável com a da "Carla Perez" sim aquela dançarina do "E o tchan" que com a "Sheila Carvalho" enlouqueciam os homens. Na verdade foi minha ex que chamou minha atenção para Alana, eu estava entretido arrumando as mesas e cadeiras no salão de festas quando ela me disse; Olha la aquela exibida, olha como ela e metida! Eu pra ser sincero não tinha percebido nada não tinha notado nem mesmo que tinham outras pessoas ali, se eram homens ou mulheres. So que quando eu olhei não consegui mais parar de olhar, o que deixou minha ex ainda mais irritada. Continuei meu trabalho, a festa começou e não deu mais tempo para ficar de conversa fiada. Ja la pelas tantas quando quase todos tinham ido embora e so os pinguços de plantão estavam dormindo as mesas e foi quando percebi Alana de novo  no salão recolhendo os arranjos da decoração. Minha ex ja tinha ido embora e tinha ficado so eu e um outro garçon amigo meu, não perdi a chance fui ate ela e elogiei o trabalho que ela tinha feito. Perguntei se ela tinha cartao de visitas pois eu ja trabalhava a algum tempo com festas mas nunca a tinha visto em nenhum outro evento, e poderia dar o cartão dela para meu chefe pois ele também tinha gostado do trabalho dela. Na verdade nem naquela festa ele tinha aparecido, foi so mesmo desculpa pra conseguir o numero de telefone dela. Alana muito educadamente disse que tinha cartão de visitas sim, e que tinha começado a pouco tempo e que estava precisando de novos clientes, me agradeceu e ficamos ali um tempinho conversando.
Dias depois me encontrei com um amigo e ele me disse que seu primo iria se casar e que estava preparando para fazer uma festa mas que não poderia gastar muita grana e me perguntou se eu topava fazer o serviço buffet da festa eu claro que aceitei conversei com os noivos e acertamos os pratos, a quantidade de convidados e dei um jeito de arrumar o terreno para Alana decorar a festa. Liguei pra ela e falei da festa, ela se interessou e disse que naquela data ela ainda estava disponível e que se os noivos aceitassem o preço toparia sim fazer a festa. Tentei puxar um pouco de conversa pra marcar alguma coisa em um barzinho mas ela não me deu muito espaço. Tentei falar com ela algumas outras vezes mas ela parecia me bloquear sempre, não posso, hoje não da, e sábado ja marquei com as amigas etc. Foram quase dois meses sem ela me dar uma chance e eu ali comendo pelas beiradas e quanto mais ela me dispensava mais eu a queria. Enquanto isso meu namoro com a ex so afundava, perdi o interesse e ela cada dia mais ciumenta e possessiva. Alana tinha acertado que iria fazer a festa eu tinha terminado o namoro com a ex, mas tinha sempre uma ou outra garota que eu pegava, cheguei a ficar com a ex de uma "amigo" meu, ele não era tao meu amigo assim e so fiquei com ela porque ela era bem gostosa e ele ja estava pegando uma outra menina no pagode, ela queria dar o troco nele e eu não perdi a chance de pegar aquela gostosa. Depois disso, nunca mais tive outra oportunidade de ficar com ela, ela engravidou do meu "amigo" e ele não assumiu o filho, chegou a dizer que o filho era meu. O moleque nasceu a cara dele, moreninho e cabelo encaracolado. Moral da historia e melhor pegar a ex do "amigo" a não pegar, foi a única chance que tive e não desperdicei. 
No dia do casamento em que eu iria trabalhar com a Alana eu ja tinha feito todo o "roteiro" na minha cabeça, era um plano infalível para atacar e abater minha Caça. Adivinhem, o meu plano falhou. Fiquei ali de bobeira sapeando o trabalho dela, rodeando a minha preza, puxava conversa, dizia uma bobeira e um elogio aqui e outro ali mas ela com muita delicadeza escorregava por entre meus dedos. A festa começou, eu estava atolado de trabalho e não pude mais falar e nem procurar com os olhos por Alana. A festa acabou e ficamos de novo nos os garçons e os bêbados. Então percebi Alana voltando para recolher seus arranjos, fui la falar com ela mais uma vez chama-la pra tomar um chop e conversar um pouco. Mal eu termino de fazer o convite chega um cara procurando por Alana, logo pensei que fosse o namorado dela. Como o cara tinha jogado areia na minha "comida" me afastei e deixei os dois a sos. Eles terminaram de recolher as coisas e Alana veio me agradecer pela indicação e para se despedir, não dei muita bola e continuei trabalhando, ela percebeu que eu estava chateado e me perguntou o que era. Eu disse que não era nada, era so cansaço mesmo, e que ela não perdesse o tempo dela ali falando comigo ja que o namorado dela estava esperando por ela. Ela riu e me disse que o cara não era namorado, era so um ficante. Me senti aliviado e ao mesmo tempo tive ciúmes, era estranho sentir ciúmes de alguém que nem era minha namorada e que nem mesmo eu tinha dado um beijo nela. No outro dia depois de pensar, re-pensar e tornar a pensar resolvi escrever uma carta. Carta essa que deve estar guardada dentro de um baú que ela guarda todas as outras cartas que eu escrevi depois dessa. Falei de tudo, do que pensava dela, das vezes que liguei e ela me dispensou e ate do que tinha planejado para o dia festa mas que não veio a acontecer. Entreguei pessoalmente a carta para Alana na segunda feira quando fui ate a casa dela, sem ligar antes, com a cara e a coragem as 6 da tarde toquei a campainha e a mãe dela veio atender, eu disse que queria falar com a Alana pois tinha algo para entregar da ultima festa, ela me pediu para esperar ali no portão enquanto chamava a Alana. Ela veio e meio que surpresa em me ver ali me perguntou como eu sabia onde ela morava, respondi que no cartão de visita tinha o endereço dela, ela riu e disse e verdade. Não quis me demorar muito, e disse que queria lhe entregar algo e que tinha que ir pois meus amigos estavam me esperando para jogar bola. Grande mentira pois nunca joguei bola e no máximo era goleiro quando precisavam de um. Entreguei minha carta me despedi e com um frio na barriga voltei pra casa, na esperança dela me ligar, o que não aconteceu. No outro dia de tarde ela me liga dizendo que precisava falar comigo pessoalmente, tentei fazer a conversa render por telefone mas ela foi bem enfática em dizer que poderia me encontrar e tomar a tao esperada cerveja comigo mas que não iria conversar por telefone. Aceitei, marquei em um bar que ela escolheu. Fui com minha moto e ela com a dela. Chegamos, ela estava seria, e eu estava muito nervoso e ansioso. Ela me perguntou o que eu queria com aquela carta? Eu disse que queria me expressar, conseguir um pouco da atenção dela e que aquela carta se não surtisse nenhum efeito eu abandonaria a ideia de tentar ficar com ela. Ela respirou fundo e disse que a carta tinha mexido muito com ela, que ela tinha percebido em mim um "homem" maduro e romântico mas que quando ela olhava pra mim ela me via como um menino pois ela tinha 26 anos e eu 20. Respondi que eu poderia surpreende-la. Ela olhou me nos olhos, eu correspondi, ela desviou o olhar, observou as pessoas nos bar, pensou, um silencio tomou nos dois. Vi que o clima não estava para muita conversa, pedi a conta e fomos ate a uma rua perto da casa dela. Paramos em frente a uma escola, com as motos parelhas ficamos de frente um para o outro, ela encostada na moto dela no descanso e eu em pe a menos de um metro dela. Ela não queria falar muito, percebi que a carta tinha causado um misto de emoções nela, disse que ela era ainda mais bonita quando estava seria e lhe pedi um beijo. Ela me olhou de lado e ainda seria disse que beijo não se pede. Não perdi tempo, a abracei e beijei. Depois do beijo percebi que ela estava rindo disfarçadamente, perguntei o que foi, e ela riu mais ainda. Ela não quis responder, e se limitou a dizer que eu estava perdendo tempo pois ela não iria dizer e que ja era tarde e ela precisava ir. Dei mais alguns beijos, ela disse que ja era tarde, sai dali com o orgulho estufado e um imenso sorriso nos rosto. No outro dia liguei pra ela, e perguntei do que ela estava rindo na noite anterior, ela hesitou um pouco em responder mas acabou falando. Ela me disse que ela tinha todas  as razoes para não ficar comigo. Primeiro eu era mais novo do que ela, segundo eu tenho a pele muito branca e ela gosta de morenos e negros, terceiro meu porte fisico não e nada atraente não tenho músculos quarto ela pensava que eu não beijava bem e foi exatamente por ela pensar que eu não beijava bem ela estava rindo. Fiquei meio que em choque, ela havia me destruindo, ela acabou com minha autoconfiança, mas depois me lembrei que mesmo assim ela tinha gostado e tinha dito que minha carta era de um homem romântico. Me mantive calmo e não perdi a chance e emendei. Então eu te surpreendi e voce gostou? Ela viu que minha pergunta era provocativa, riu pensou um pouco e disparou. E, não e bem assim mas e diferente. Nos rimos e eu me dei por vencido mas no fundo sabia que ela tinha caído na minha. A convidei para um cinema e para minha surpresa ela não recusou, e pra não perder tempo tentei para aquela noite mesmo, ela aceitou. Ela evitava que eu fosse a casa dela, e preferia que eu a encontrasse em outros lugares. 
Muitos beijos, amassospunhetas e siriricas mas foder que e bom mesmo nada, ela ficou quase três meses sem foder comigo. Falava de tudo, da primeira vez que tinha dado, da vez que ela mais tinha tido prazer em uma trepada, e ate de que tinha sido amante de um cara casado. Isso tudo me deixava ainda mais louco de prazer e de vontade de foder com ela. Falávamos de fantasias sexuais, que eu tinha vontade de fazer trocas de casais, orgias. Ela falava que tinha assistido a um filme porno em que uma mulher fodia com 5 homens ao mesmo tempo. Entendi que seria um na buceta, um no cu, um na mão direita, um na mão esquerda e um na boca dela mas ela disse que não, que era os cinco fodendo a buceta dela. Sinceramente acho pouco provável tal cena mas no mundo pornográfico tudo e possível. Minha primeira vez com Alana foi o máximo mas fica para uma outra postagem. Ate breve!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Uma historia de Amor, sexo e cumplicidade. A vida de um Corno.

Uma historia de Amor, sexo e cumplicidade. E assim que defino nosso casamento.
Nosso relacionamento pode ser dividido em varias partes, entre namoro, casamento, filhos e quando me tornei "Corno". (Vou usar o termo "Corno" porque e assim que eu gosto de referir a mim. Devo deixar claro que a palavra Corno tem vários sentidos tem Corno também tem o Corno alem de vários outros sentidos. Estou falando de gostar de ver Minha Mulher sendo fodida por outro homem. E nesse caso não se configura Traicao e sim Cornitude.) Acho que esta tudo explicado e tudo resolvido ate aqui.

Vou dividir nossa historia de Amor, sexo e cumplicidade em "inicio" ou namoro, "meio" ou casamento e filhos e "A realização de um sonho" ou Cornitude. Segue uma breve descrição desse nosso relacionamento.

O inicio ou o namoro.
Quando conheci Alana ela tinha 26 anos e eu 20 anos, foi quase "Eduardo e Monica" musica da extinta Legião Urbana, a melhor e maior banda de Rock que o Brasil ja teve, diga-se de passagem. Foi algo magico e inusitado. O improvável aconteceu, eu tinha e ainda tenho todos os atributos que ela não procura em um homem. Nesse período teve muito sexo e rock "n" roll. Falávamos e fazíamos muito sexo, na rua, no mato, rio, cachoeiras, praias, na casa dos pais dela etc.

O meio ou o casamento e filhos.
Tivemos um casamento dentro dos conceitos católicos exceto o fato dela não ter se casado virgem, mas se casou com véu e grinalda. E bom dizer que não fui eu quem quebrou o cabaço dela, antes deu conseguir comer a Alana seis outros ja tinham fodido ela. Os detalhes de como ela deu para os ex namorados dela eu conto em uma outra postagem. A nossa filha "Alaninha" nasceu três anos após nosso casamento e dois anos depois dela nasceu meu filho "Julianzinho". Esse período (casamento e filhos) foi de seca muita seca. Eu coloquei minhas ideias geniais de lado por causa do trabalho e da responsabilidade de ter que ser um chefe de família. Acho que a palavra "casamento" tem muito peso e trás muita responsabilidade. Alana quase não se importava com sexo, não falava e pouco fazíamos. Com os dois filhos e toda a responsabilidade em nossas costas nossa vida sexual era quase nula. Passava muito tempo no computador me masturbando enquanto ela vivia assistindo novelas. Inúmeras vezes me masturbava na cama enquanto ela dormia e com raiva por estar me masturbando e não fodendo com ela acabava gozando na bunda dela. Foram anos difíceis, pensei em me separar e ela me dizia muito pra gente se separar. Graças a Deus isso nunca aconteceu.

A realização de um sonho ou a Cornitude.

Depois de muitas brigas e semanas sem nos falarmos e ate um período em que me envolvi com uma ex namorada de adolescência (uma grande burrice da minha parte) conseguimos nos acertar. Foram muitos anos eu tentando, insistindo e fazendo uma lavagem cerebral na Alana. Resolvi colocar meus planos de namoro em pratica ou em ação em 2011. Para ser mais exato no réveillon de 2010 para 2011. Fomos a uma festa em um hotel, infelizmente a festa acabou as 1:30 da manha porque um idiota bêbado resolveu disparar o alarme de incêndio. Resultado, veio policia, bombeiro e ambulância, acabaram com a festa todo mundo voltou pra casa mais cedo. Eu ja estava meio alto e decidimos no caminho de volta que iríamos parar na casa de uma amiga da Alana. Antes de chegar la pedi a Alana que parasse na esquina precisava conversar com ela sobre um assunto que tinhamos deixado para trás a alguns anos. Ela parou e eu disse que queria por em pratica aquele velho e antigo desejo de fazermos um "swing" ou que ela desse para algum cara. Ela se assustou por eu trazer de volta aquele assunto. Ela sempre gostou do tema mas devido as dificuldades que ja citei e com a seriedade que voltei a propor o tema, ela achou estranho. Foram três anos de muita insistência ate conseguir que alguma coisa acontecesse. Agua mole em pedra dura, tanto bate ate  que fura.

Vou Criar postagens para cada um dos temas acima, com paciência conto tudo.